domingo, 15 de março de 2009
Ocupado
Ás vezes conhecemos pessoas que deixam marcas eternas. Marcas não feitas por um ferro em brasa ao contato com a pele, marcas mais profundas que isso, marcas que vão (muito) além disso, essas marcas são mais profundas e ao mesmo tempo tão suaves, mesmo toque de uma flor em contato com a pele. Aquela lembrança de uma tarde juntos será lembrada com mais nitidez do que um mês de solidão. Ficará na memória por anos e anos e quem sabe até em outras encarnações me lembrarei daquele sorriso, e num dia de chuva em que a carência se fizer maior que a razão, pegaremos o telofone ao memos tempo, discaremos os números da possível felicidade e então o número dará ocupado, cairemos na real e então deixaremos que a felicidade escorra por entre os dedos.
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